O oco da vida
é o eco da alma
que mesmo partida
(des)constrói nova calma
Os prédios e os prêmios
sós, vazios e abandonados
flutua a noite e os boêmios
com seus versos inacabados
Penhora nossa liberdade pela destreza
da mão que manuseia a lança
os olhos que disparam setas como certezas
garantias para o retorno com segurança
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Felipe R.
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