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Um Príncipe das Trevas num Cavalo Negro • R e s p i r e F u n d o • ∆

sábado, 18 de abril de 2015

Gueixa-Ariana-Mambembe

É um misto de nostalgia e fantasia
os sentidos vibram loucos sua alforria
e as metades do seu cérebro declaram guerra
Explodem em frames e sons onde menos se espera

Sob o sereno da noite e a luz âmbar do refletor
Ela emana o doce aroma de cravo e mel
Sua imagem penetra-me os olhos, me abduz e deixa ao léu
Com os últimos acordes e palmas se vai e leva toda a cor.

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Felipe R.

domingo, 12 de abril de 2015

Amado Parasita

Nada de bom pode nascer de um ventre morto
Tantos milhões de murmúrios povoam a noite
Viajo nesse microcosmo sem parar em nenhum porto
As correntes não me prendem, me levam, desde que foi-te

Nesse encontro bizzaro de carnes, sinapses e fluidos
Explodem em milhões de mísseis nucleares coloridos
Vai crescendo no casulo visceral o tão amado parasita
Ele nem sabe que é aqui do lado de fora onde todo mal habita

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Felipe R.

sábado, 11 de abril de 2015

Where ever we will be kings

Fecha os olhos,
respire fundo,
deixa que Morpheu
te leve em seus braços
para a sua terra,
onde tudo é possível
e nada é absurdo.

Onde seremos sempre Reis.

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Felipe R.