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Um Príncipe das Trevas num Cavalo Negro • R e s p i r e F u n d o • ∆

domingo, 12 de abril de 2015

Amado Parasita

Nada de bom pode nascer de um ventre morto
Tantos milhões de murmúrios povoam a noite
Viajo nesse microcosmo sem parar em nenhum porto
As correntes não me prendem, me levam, desde que foi-te

Nesse encontro bizzaro de carnes, sinapses e fluidos
Explodem em milhões de mísseis nucleares coloridos
Vai crescendo no casulo visceral o tão amado parasita
Ele nem sabe que é aqui do lado de fora onde todo mal habita

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Felipe R.

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