Pobres crianças órfãos da revolução
Guiam-se por ecos ocultos de ocasos encantados
Enquanto contam os cantos da esfera da ilusão
Sem notar que ficarão sozinhos, deixam os sinais de lado
Não foram suficientes, nunca foram
Desde muito antes da sua concepção
Já no primeiro encontro, na primeira divisão
Um tique-taque de relógio, para que morram.
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Felipe R.
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