O que vejo, é uma musa, uma donzela,
ou a própria lua a brilhar por ela
Suspensa no céu ou pintada em minha retina
Escorrendo pela bruma das lágrimas, como terebentina
É uma mulher, um deusa ou uma sucubos
Fundidas em cósmica unidade, domina
Imersa em si, me afoga nos seus liquidos
Pairando nas papilas seu mel de dopamina
É uma miragem, um sonho ou uma ilusão
Germinando raízes no terreno da imaginação
Farejava sobre a pele, seu olór de feromônios
Estou nú e desarmado, pra lutar com tais demônios
--
Felipe R.
∆
ou a própria lua a brilhar por ela
Suspensa no céu ou pintada em minha retina
Escorrendo pela bruma das lágrimas, como terebentina
É uma mulher, um deusa ou uma sucubos
Fundidas em cósmica unidade, domina
Imersa em si, me afoga nos seus liquidos
Pairando nas papilas seu mel de dopamina
É uma miragem, um sonho ou uma ilusão
Germinando raízes no terreno da imaginação
Farejava sobre a pele, seu olór de feromônios
Estou nú e desarmado, pra lutar com tais demônios
--
Felipe R.
∆

Nenhum comentário:
Postar um comentário