Anos se passaram desde aquela confissão amarga,
Ainda carrego o fardo da alma fragmentada, Ainda um Frankenstein, em constante batalha,
Contra minha própria essência, dilacerada.
Lembranças fragmentadas, como cacos de um espelho,
Refletem a dor, o sofrimento, a solidão,
Cicatrizes profundas, marcadas em cintilante vermelho,
Quebrado pelo tempo, pela cruel ilusão.
Mas no meio do caos, uma nesga de esperança,
Um sonho que teima em não se apagar,
Encontrar a Noiva Frankenstein, na vastidão da intemperança,
Alguém que aceite os pedaços, sem julgar.
Uma alma que eu reconheça a monstruosa beleza,
Que veja além das cicatrizes, da dor,
Que abrace a fragilidade, com terna gentileza,
E complete o ser, nesse monstruoso amor.
Juntos, desafiar as normas, a falsa perfeição,
Nessa união imperfeita, encontrar redenção,
Duas metades fragmentadas, em eterna união,
No amor monstruoso, a verdadeira libertação.
--
Felipe R.
∆
Ainda carrego o fardo da alma fragmentada, Ainda um Frankenstein, em constante batalha,
Contra minha própria essência, dilacerada.
Lembranças fragmentadas, como cacos de um espelho,
Refletem a dor, o sofrimento, a solidão,
Cicatrizes profundas, marcadas em cintilante vermelho,
Quebrado pelo tempo, pela cruel ilusão.
Mas no meio do caos, uma nesga de esperança,
Um sonho que teima em não se apagar,
Encontrar a Noiva Frankenstein, na vastidão da intemperança,
Alguém que aceite os pedaços, sem julgar.
Uma alma que eu reconheça a monstruosa beleza,
Que veja além das cicatrizes, da dor,
Que abrace a fragilidade, com terna gentileza,
E complete o ser, nesse monstruoso amor.
Juntos, desafiar as normas, a falsa perfeição,
Nessa união imperfeita, encontrar redenção,
Duas metades fragmentadas, em eterna união,
No amor monstruoso, a verdadeira libertação.
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Felipe R.
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