Antigos males, demonios travestidos
Discursos vencidos e atos falidos
Pobre verme chorão, que vive de migalhas
Esmolas, pena, sem ganhar nenhuma batalha
É um exímio produtor das artes da mentira
Exige respeito e se embriaga com o poder
Quer ganhar sempre não importa de quem tira
Vai usar toda artimanha, pra de mentira viver
Todos te veem como você é, um coitado
Enjeitado, abandonado, largado, escorraçado
Ninguém te deseja, ninguem te suporta
A sua peçonha de ódio corre detrás da porta
Vai-te carretel de linha antiga, pesada, defasada
Que não condiz com essa molecada afiada
Não espere forçar um séquito, seu show não comove
Sua pretensa sabedoria, na luz da verdade se dissolve
Chega! É o fim da empatia, da cordialidade
Nem te tenha que extirpar na unha, esse mal da cidade
Insiste em gritar, aventureiros e terra arrasada
Arrasada tá a sua cara, sua imagem dilacerada
Não dá pra aprender nada novo enquanto você acha que já sabe tudo.
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Felipe R.
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