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Um Príncipe das Trevas num Cavalo Negro • R e s p i r e F u n d o • ∆

domingo, 22 de fevereiro de 2026

Vai-te Carretel

Antigos males, demonios travestidos
Discursos vencidos e atos falidos
Pobre verme chorão, que vive de migalhas
Esmolas, pena, sem ganhar nenhuma batalha

É um exímio produtor das artes da mentira
Exige respeito e se embriaga com o poder 
Quer ganhar sempre não importa de quem tira
Vai usar toda artimanha, pra de mentira viver

Todos te veem como você é, um coitado
Enjeitado, abandonado, largado, escorraçado 
Ninguém te deseja, ninguem te suporta
A sua peçonha de ódio corre detrás da porta

Vai-te carretel de linha antiga, pesada, defasada
Que não condiz com essa molecada afiada
Não espere forçar um séquito, seu show não comove
Sua pretensa sabedoria, na luz da verdade se dissolve

Chega! É o fim da empatia, da cordialidade
Nem te tenha que extirpar na unha, esse mal da cidade
Insiste em gritar, aventureiros e terra arrasada
Arrasada tá a sua cara, sua imagem dilacerada

Não dá pra aprender nada novo enquanto você acha que já sabe tudo.


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Felipe R. 

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